50 anos de arte rupestre no Vale do Tejo: investigação, museografia e valorização

50 años del Arte Rupestre del Valle del Tajo: investigación, museografía y puesta en valor

A Arte Rupestre do Vale do Tejo celebra meio século desde a descoberta das suas emblemáticas gravuras pré-históricas, um marco que projetou internacionalmente este território único. Por ocasião deste aniversário, foi desenvolvido um projeto de investigação e criação de conteúdos destinado à edição de uma publicação comemorativa, disponível em formato bilingue. Este trabalho reúne décadas de estudos, documentação gráfica e fotografias do próprio livro que refletem a importância cultural e científica do local.

Publicação comemorativa do 50º aniversário da descoberta das gravuras rupestres do Vale do Tejo

Paralelamente, foi desenvolvido o projeto de museografia e comunicação do CIART – Centro de Interpretação da Arte Rupestre do Vale do Tejo, um espaço dedicado à valorização e dinamização do património cultural e histórico associado a estas gravuras excecionais.

Um projeto museográfico para aproximar o património do visitante

O projeto incluiu a renovação conceptual e expositiva do CIART, integrando novos recursos interpretativos e uma narrativa museográfica que aproxima o público do contexto arqueológico, histórico e paisagístico do Vale do Tejo. A intervenção permitiu dotar o centro de ferramentas de comunicação mais acessíveis e atuais, reforçando o seu papel como espaço de referência na divulgação da arte rupestre.

De seguida, podem ser consultadas fotografias do espaço museográfico e material gráfico relacionado com a intervenção realizada:

Descubra o património do Vale do Tejo

O município de Vila Velha de Ródão continua a apostar na proteção, dinamização e divulgação do seu valioso património natural e cultural. Mais informação sobre o território, as suas rotas e espaços de interesse pode ser consultada no portal oficial:

https://www.cm-vvrodao.pt/descobrir.aspx

Estes projetos reforçam o compromisso com a investigação, a inovação museográfica e a acessibilidade cultural, aproximando a população e os visitantes da riqueza da arte rupestre do Vale do Tejo e garantindo a sua transmissão às gerações futuras.

50 anos da Arte Rupestre do Vale do Tejo: investigação, museografia e valorização

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